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A importância da Inteligência Emocional na Liderança

Atualizado: Jul 11

Por Fernanda Carvalho




É melhor ser temido do que amado.” A célebre frase de Maquiavel, no livro O Príncipe, é a ideia que a maioria dos chefes de hoje em dia parecem seguir. Mas será que ser temido é melhor mesmo? Olhando o cenário atual das gigantes empresariais e seus líderes podemos perceber que, na realidade, não é bem assim. Segundo (MCCLELLAND, 1996), quando gerentes seniores possuem inteligência emocional, as metas de ganhos anuais são superadas em 20%. O que é, exatamente, a Inteligência Emocional, que é responsável por tanta produtividade?


O primeiro uso do termo "Inteligência Emocional" foi atribuído à Wayne Payne em 1985, em sua tese de doutorado, apesar de já ter aparecido em 1966 por Hanskare Leuner. Na década de 90, o assunto foi popularizado pelo livro “Inteligência emocional”, de Daniel Goleman. Goleman definiu inteligência emocional como:

[...] capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.” (GOLEMAN, 1998).


De acordo com o autor, o nível de inteligência emocional de um indivíduo pode definir o tamanho de seu sucesso, uma vez que as relações interpessoais são a base de toda a nossa vida, mas enfatizando o ambiente de trabalho como uma das partes mais expostas dessas relações. Quem sabe lidar com pessoas de diversas personalidades, culturas e temperamentos, consequentemente, terá sucesso dentro de uma empresa. Mas para se ter sucesso nas relações interpessoais, é necessário trabalhar a sua relação intrapessoal, que é conhecer a si mesmo.

As principais habilidades intrapessoais, segundo Goleman, são:


- Autoconhecimento Emocional – é a habilidade de conhecer a si mesmo. Conhecer quais emoções e sentimentos irão se desencadear em determinadas situações; quais seus pontos fortes e seus pontos fracos; o que faz para se autossabotar; e quais são os seus diferenciais. Pessoas com autoconhecimento não se cobram em excesso e também não creem cegamente. Elas optam pelo caminho do meio, o caminho do equilíbrio. São extremamente honestas consigo mesmas e com todos ao seu redor. Sabem como seus sentimentos afetam a si e aos outros. São aqueles que sabem onde erraram. São pessoas sedentas por críticas construtivas. Um líder com autoconhecimento, quando recebe alguma advertência, verá isso como uma oportunidade de crescimento, ao passo que uma pessoa sem essa habilidade verá como uma ofensa. A conclusão é que quem conhece a si mesmo está em evolução constante e quem não se conhece está em estagnação. Para desenvolver essa habilidade, meditação e psicoterapia são usualmente empregadas.


- Controle Emocional – é a capacidade de resistir aos impulsos biológicos, de saber controlar emoções e sentimentos sem afetar o dia a dia. Por exemplo, um desempenho ruim de determinados funcionários faria com que chefes se estressassem e gritassem com os demais, o que acabaria só dificultando e aniquilaria com a motivação dessas pessoas. Um líder controlaria seu ímpeto e explicaria a razão pela qual o desempenho deles foi ruim. Mostraria soluções, bem como aproveitaria a oportunidade para que os colaboradores aprendessem com o erro. Pessoas com esse controle lidam melhor com as mudanças e criam um ambiente de confiança, além de serem um forte ponto de referencia na organização.


- Automotivação – pessoas motivadas tendem a ser energéticas em busca de suas realizações e ideais. São naturalmente apaixonadas por seus trabalhos. Querem atingir seus objetivos simplesmente por almejarem o prazer da realização no trabalho em si e não por motivos secundários, como status ou dinheiro. São comprometidas, curiosas por saber o porquê das coisas funcionarem do jeito que funcionam. Acima de tudo, são otimistas com suas metas e não desanimam quando os resultados não são os esperados.

Já as habilidades interpessoais citadas por Goleman são:


- Empatia – é a capacidade de reconhecer as emoções dos outros e considerar essas emoções nas decisões da empresa. Ao mesmo tempo em que entende anseios individuais, consegue canalizá-los para os interesses em comum. Isso também inclui habilidades tais como reconhecer a linguagem corporal, o que facilita a comunicação com pessoas de diferentes culturas, por exemplo.


- Habilidade em relacionamentos interpessoais – é o ato de saber interagir com outros indivíduos de formas variadas, tais como as interações em grupo. É uma habilidade imprescindível para um líder mostrar iniciativa e obter cooperação dos demais através da capacidade de motivá-los. Outro exemplo é a habilidade em evitar e solucionar conflitos.

Ter um líder dotado de inteligência emocional traz enormes benefícios para uma organização, tais como: aumento de produtividade, ponto forte de referência organizacional, motivação, foco nos objetivos em comum, persistência de metas, resiliência para adaptação aos imprevistos, iniciativa, flexibilidade e, finalmente, constante evolução.

Então, já que a inteligência emocional tem todos esses benefícios, o que podemos fazer para desenvolver essas habilidades? Segundo Daniel, o processo de pensamento no nosso cérebro ocorre no sistema límbico, pela amígdala, que guarda nossas emoções, e pelo hipocampo, que as processa racionalmente. A falta de inteligência emocional decorre da prática de pegar um atalho entre essas duas partes do cérebro. Daí o ditado popular “agir sem pensar”. Exercitando partes específicas do nosso cérebro podemos desenvolver habilidades específicas e assim a inteligência emocional é esculpida. Não se nasce com inteligência emocional, mas sim a desenvolvemos com a prática. Pesquisas comprovam que para ocorrer uma melhor assimilação do sistema límbico, o mais eficaz são motivações, as práticas extensivas e o feedback. Ou seja, as pessoas devem sair da sua zona de conforto e mudar seus hábitos comportamentais apoiadas por pessoas dispostas a motivá-las e a dar feedbacks. O intuito é que a pessoa desenvolva uma percepção aguçada sobre seus resultados e a sua evolução.


Nada grandioso foi já realizado sem entusiasmo”, disse Ralph Waldo Emerson.


No tangente ao serviço de Representação Comercial, a inteligência emocional - tanto intra quanto interpessoal - torna-se de suma importância. Se analisarmos, o serviço de Representação Comercial é requerido usualmente por micro, pequenas e médias empresas que buscam expandir o seu mercado atuante, por meio de profissionais que a representarão para que haja a venda de seu produto, serviço ou projeto. Sendo assim, o representante é um meio - um mediador - entre o cliente e seu alvo, entre o requeridor e o requisitado, entre o início e o fim. O representante é aquele que entende os anseios de quem busca por este serviço: a necessidade de expansão de seus negócios e de obtenção de resultados em uma curta faixa de tempo. É comum que haja uma certa expectativa - pode-se dizer até mesmo "pressão" - para com o profissional, de forma que é imprescindível que haja estrutura emocional para lidar com os vários clientes (vale lembrar que nem todos os clientes são pacientes ou possuem o mesmo interesse para com sua própria inteligência emocional).


Nós da Expand Jr. exercitamos nossa inteligência emocional por meio de endomarketing constante e reuniões que abordam sempre a capacidade da equipe em realizar os mais variados projetos com excelência e comprometimento.

Junte-se a nós e impulsione seus negócios! Venha #expandir seus horizontes!


#inteligenciaemocional #liderança #endomarketing #ej




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